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Abutres

Sábado, 27 de Julho, rolou na sede dos Abutres as bandas Barba de Gato e Xique Baratinho. Abutres é um clube de motoqueiros de Maceió/AL. Já as bandas são bem representativas do cenário rock de Alagoas.
O final de semana foi só pra isso: encontrar velhos amigos na terra natal, e ainda curtir o blues da Barba de Gato junto com a misturada de ritmos de Xique Baratinho. Bom, não? O bar dos Abutres foi um espetáculo à parte, bem organizado e com estilo próprio.
Domingo que vem tem Abismo no mesmo bar. E aí sim acredito que vai ser o teste de fogo para a estrutura dos Abutres. Abismo tem um estilo trash metal, e costuma carregar um público fiel que bate cabeça (e cotovelos e punhos) de verdade. Estarei lá tomando aquela velha caipirinha.
PyCF no Congresso Acadêmico UFAL
Hoje apresentei meu tcc no Congresso Acadêmico da UFAL. Já havia falado desse meu trabalho aqui no site. Em geral, trata-se de um framework feito em Python que possibilita o desenvolvimento baseado em componentes e ainda dá suporte à evolução dinâmica de software. O projeto vai de vento-em-polpa e estou bastante empolgado com essa área a qual me dediquei a pesquisar.
Vale lembrar também que o PyCF faz parte do projeto COMPOR,e que sua implementação é baseada em uma especificação de modelo de componentes (CMS) criada por tal projeto. O COMPOR fica sediado na Universidade Federal de Campina Grande e existem pessoas trabalhando nele na Universidade Federal de Alagoas, e uma delas sou eu.
Sucesso pra mim!!
Fim de semana é sagrado
Quase como um adventista do 7º dia, mas muito longe disso, final de semana pra mim é sagrado. Raramente pego em computador para estudar ou trabalhar em qualquer sistema que seja, com exceção daqueles momentos em que a vontade é muito grande ou em questões de caráter urgente. Na verdade eu adoraria passar o fim de semana na frente do computador estudando, pesquisando, trabalhando… mas algo me diz que eu não devo fazer isso.
Então, seguindo meus instintos, tomo parte do plano B, que na verdade deveria ser o plano A: pegar uma praia, surfar, namorar, andar de skate, fazer nada… Nesse fim de semana arrisquei um surf no Sobral, Francês e Jequiá da Praia. Jequiá da Praia??? Pois é, tinha uma curiosidade danada de ir lá, e não deixei de levar a prancha. Quando cheguei lá descobri que não existe nada demais, nem um bar decente, apenas uma praia selvagem com ondas quebra-côco, um riozinho que não consegui descobrir onde ele deságua e uma comunidade de pescadores. Porém não deixei de curtir o visual e pegar umas ondas.
Só me lasquei nessas ondas, sem condições nenhuma de surf, muito raso e bastante perto das pedras. Quem tirou as fotos foi minha namorada, mas ficaram muito distantes, pois a máquina não ajuda.
Depois do surf session fizemos mais uma caminhada na praia para garantir que não havia mais nada para ver.
Já cansados e com fome voltamos para Maceió, com direito a uma parada na praia do Gunga para um mergulho e um almoço no Peixarão do Pontal da Barra: omelete de filé de sirí, batatinha frita, arroz, salada e purê de batata.

